Apresentação pessoal + momentos AIA 2025
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Meu nome é Ana Luiza, tenho 19 anos e sou de Sete lagoas. Se tivesse que me descrever seria como uma pessoa comunicativa, mas também um pouco tímida quando se trata de falar em público. Eu gosto muito de sair, passar tempo com meus amigos e familiares na mesma proporção que eu gosto de ficar em casa sozinha. Desde pequena sempre fui curiosa e fascinada com casas, prédios e decorações e, por isso, arquitetura sempre foi minha primeira opção. Apesar de não ter nenhum familiar relacionado à essa área sempre fui muito firme na minha decisão. A escolha de ser a UFMG não foi ao acaso, sempre foi meu sonho seguir os passos da minha mãe e estar na mesma faculdade que ela tem tanto orgulho de ter feito parte, além de que BH é perto da minha cidade natal. Ter passado no meu curso e faculdade dos sonhos é uma realização imensurável.
Eu to um pouco atrasada na tarefa de escrever esse texto, mas vou aproveitar um pouco aqui pra falar o que to achando do curso. A primeira vez que caiu a ficha que eu tava fazendo arquitetura foi quando fui assistir uma palestra e visitei a Casa Cor 20225 (kkkkk muitos professores me julgariam por isso), mas foi simplesmente o momento que eu percebi e entendi que agora eu estava lá como futura arquiteta e colega de profissão daquelas pessoas que eu tanto admirava. Esse primeiro período foi bem desafiador para mim; sair de casa, fazer novas amizades, aprender coisas novas... mas foi um desafio legal.
Sobre AIA, os veteranos me assustaram muito mais com as experiencias deles do que o que realmente foi AIA pra mim, fácil com certeza não é, mas se eu falasse que é chato eu estaria mentindo . No início, eu não entendia nada do que tava acontecendo, do que era pra fazer e o por quê era pra fazer aquelas tarefas malucas e no final eu também continuei não entendendo. Brincadeiras a parte, é uma aula bem dinâmica e que me fez sair da zona de conforto. Entrei na faculdade sem saber desenhar nada, com os ensinamentos do Gabriel pude aprender algumas técnicas e perceber que precisaria de algumas aulas de reforço para conseguir aprimorar minhas artes. O Dudu com seu amor pela educação sempre entusiasmado para passar seus conhecimentos aos alunos. A Erica que é o ponto racional do grupo e que coloca ordem na sala. E o Sandro sempre entusiasmado com nossas ideias mirabolantes. Por fim, AIA me ensinou a lidar com as criticas, a entender que sempre terão ideias diferentes no projeto e que você deve saber a hora de continuar e desistir da sua ideia.
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